Zome destaca formação de equipas no apoio aos franchisados
A Zome apresenta o acompanhamento dos Hubs, a formação e a partilha de boas práticas como pilares do apoio aos parceiros em Portugal.
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A Zome colocou a formação de equipas e o acompanhamento dos parceiros no centro da sua proposta de franchising, num artigo publicado pelo jornal A Bola a 8 de novembro de 2026. A rede imobiliária portuguesa descreve um apoio que começa na preparação da abertura de cada Hub e se prolonga até à consolidação da operação, combinando estratégia, recrutamento, formação e ferramentas tecnológicas.
Acompanhamento desde a preparação do Hub
Segundo Miguel Aguiar, Chief Expansion Officer da Zome, a relação com o franchisado não se limita à disponibilização de uma marca ou de um modelo de negócio. O responsável apresenta a proximidade entre a estrutura da rede e os parceiros como uma característica do acompanhamento prestado.
“Trabalhamos lado a lado com os nossos parceiros, desde a preparação e abertura do Hub até à consolidação da operação, apoiando-os na definição da estratégia, no recrutamento e no desenvolvimento das suas equipas”, afirma no artigo.
A descrição abrange, assim, diferentes momentos da criação e do desenvolvimento de uma unidade. Antes da abertura, está em causa a preparação do negócio; depois, o acompanhamento estende-se à construção da equipa e à consolidação da atividade. Estratégia e recrutamento surgem como componentes expressas desse apoio, e não apenas como tarefas associadas ao arranque.
O destaque dado a estas práticas apresenta o funcionamento da relação com os parceiros, sem constituir um anúncio de novas aberturas. O foco está na forma como a Zome procura apoiar o desenvolvimento dos seus Hubs.
Zome Academy integra a formação contínua
Entre os recursos identificados encontra-se a Zome Academy, a plataforma de formação da rede. Segundo a apresentação publicada, esta permite aceder a conteúdos de aprendizagem e atualização contínua, destinados ao desenvolvimento das competências dos profissionais.
A formação é enquadrada numa abordagem que inclui tanto a preparação dos consultores imobiliários como o desenvolvimento de competências de liderança e gestão dos parceiros. Esta distinção é relevante: preparar uma equipa para a atividade comercial e preparar quem a lidera são necessidades relacionadas, mas não equivalentes.
À plataforma juntam-se gestores de operações especializados, partilha de boas práticas entre Hubs e ferramentas tecnológicas de apoio à gestão e à atividade comercial. A rede apresenta estes recursos como elementos complementares do acompanhamento, articulando aprendizagem, apoio operacional e troca de conhecimento.
O artigo não quantifica o impacto destes instrumentos nos resultados das unidades. A informação divulgada permite conhecer os meios de apoio apresentados pela marca, mas não estabelecer uma relação medida entre a sua utilização e o desempenho de cada negócio.
Partilhar conhecimento sem apagar a identidade local
Outro ponto destacado é a conciliação entre a autonomia do parceiro e a pertença a uma organização com identidade comum. A expansão da Zome, apresentada como uma rede 100% portuguesa, procura preservar essa identidade enquanto desenvolve novos negócios.
Miguel Aguiar afirma que o objetivo é permitir a cada franchisado liderar o seu negócio com autonomia, contando simultaneamente com uma estrutura experiente ao longo do crescimento. Na descrição do responsável, a integração na rede não elimina o papel de liderança local.
A partilha de boas práticas entre Hubs constitui uma das formas concretas de circulação de conhecimento referidas. Para a comunidade de franchising, este elemento evidencia uma dimensão coletiva do modelo: o apoio descrito não assenta apenas na relação de cada parceiro com a estrutura central, incluindo também a aprendizagem entre diferentes unidades.
O que avaliar antes de aderir à rede
Para um candidato a franchisado, os recursos apresentados pela Zome oferecem pontos concretos para aprofundar numa conversa com a marca. Importa perceber como se organiza a preparação da abertura, que acompanhamento existe no recrutamento e de que forma os gestores de operações trabalham com cada Hub.
Também será útil esclarecer como se acede à Zome Academy, que conteúdos são adequados a quem lidera a unidade e como a formação acompanha a entrada de novos consultores. Estas são questões de avaliação do modelo, não condições contratuais anunciadas no artigo.
Conclusão prática: antes de decidir, peça à rede que detalhe como a formação, o recrutamento e o apoio operacional se traduzem no quotidiano do Hub. A existência de recursos deve ser analisada em conjunto com a forma de os utilizar.



